Triste registro este em época na qual a gente quer resguardar os amigos que admiramos e respeitamos acima até de coisas tão nossas que presamos tanto e que de repente, se tornam insignificantes quando processamos o quanto este amigo era especial e o quanto a sua presença fará falta aqui na terra.
Mas o professor aposentado de 69 anos, jornalista e escritor valeu aqui entre nós pela sua representação, não como um intelectual preocupado somente com a simples manipulação das letras, mas com a essência delas e asssim ele destinguidamente fez isso como poucos.
Marco Antônio se vai então com a missão cumprida como pai, avô, esposo, educador, jornalista e escritor, o que lhe dá uma biografia cuja extensão e âmago fazem do amigo mais que uma lembrança, fazem dele um exemplo de vida a ser reverenciado e jamais esquecido.
Seu corpo está sendo velado na Capela do Asilo S. Vicente de Paulo e o sepultamento será às 17h.












que coincidência. vi um artigo do Marco Antônio sobre os minicontos, que nasceram em Guaxupé, e resolvi saber por onde ele estava. Do grupo que fundou o coruja, da fafig (onde eu escrevi alguns artigos), quem sobrou? eram o marco antônio, o elias josé, o sebastião resente e a chica boa. Vou tentar saber dela. O resto já se foi. Guaxupé deveria dar, talvez dê, valor a esse momento em que a cidade e a faculdade tiveram um ponto de grande força criativa. Só não convivi com a Francisca Vilas Boas.